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Minha vida, minha história

Nenhum.

(José) Vendramini Bianchi (19/11/1893 - 23/07/1987) morreu com 94 anos Joana Bristrot
Oly Pereira Soares Alice Tacques
Antônio Bianchi (18/11/1919 - ) Emília Machado, depois de casada, Emília Machado Bianchi
Nilo Tacques Soares Maria Callage Cidade, depois de casada, Maria Cidade Soares
Nilo Sérgio Cidade Soares, Porto Alegre-RS, 30/12/1948
Maria Emília Bianchi, depois de casada, Maria Emília Bianchi Soares, Criciúma-SC, 20/02/1948
Pai: Pele clara, cabelo preto, aproximadamente 1,65m de altura, com peso proporcional, de óculos, devido à baixa visão. Mãe: Pele clara, cabelo loiro escuro, aproximadamente 1,60m de altura, com peso proporcional, óculos somente após os 40 anos.
Pai: Alcoólatra desde sempre, emocionalmente instável, sempre muito trabalhador, porém após se aposentar não reconhecia mais seu lugar no mundo. Mãe: Aparentemente dependente emocional, sempre buscando atender a todos de maneira incondicional, nunca reconheceu o alcoolismo do marido e por isso nunca buscaram ajuda.
Pai: Trabalhou em empresas multinacionais como TEXACO e General Motors do Brasil. Mãe: Dona de Casa.
Minha mãe trabalhava em uma papelaria e meu pai ia todos os dias lá comprar uma caneta, um bloquinho, qualquer coisa, só para ter a desculpa de vê-la e conversar... até que um dia pediu para ir até a casa dos meus avós e a pediu a sua mão em namoro para meus avós. Casaram-se em 04/07/1970 em Porto Alegre. A lua de mel foi em Gramado-RS que é conhecida como a capital mundial da lua de mel, principalmente para quem casa no inverno. Mas não sei sobre o que um admirava no outro.
O casamento e relacionamento deles foi uma inspiração pra mim do que não fazer... sempre muita briga e discussão, eu só queria uma vida de paz e harmonia.
Meus pais me ensinaram que dinheiro é acessório, não pode ser principal objetivo da vida. Por meu pai ser alcoólatra, aprendi que os vícios não são bons e que só nos derrubam...
Nenhuma.
Nenhuma.