Esse texto é baseado na minha experiência, não um manual do que ou não fazer. Apenas um registro e compartilhar de memórias. Afinal cada vida é única.
A meus avós, pais e amigos
Herança
Pais Vó Rosa: Emilio Trevisan - 05/10/1898 a 30/04/1969 - Rio das Pedras / SP
Santa Regazzo - 01/12/1899 - Piracicaba a 06/08/1987 - Rio das Pedras / SP
Filhos de italianos, casaram-se em 14/02/1920
Conheci a Vó Santa, e convivi até os 16 anos, morava com o filho, tio Nardo, mantinha rotina simples, gostava de fazer pão. E não gostava de viajar no inverno que os dias são curtos. Na hora de dar broca nas crianças falava em italiano. Usava sempre o cabelo preso em um coque.
Quando jovens moravam e trabalhavam em fazenda de cana de açúcar na região de Piracicaba
Pais Vó Avelino: José Marcolin - Campinas / SP
Angela Lorenzini -1900 - Campinas a 2002 - Valinhos/ SP
Conheci a Vó Angelina, e convivi até os 27 anos, morava com o filho, tio Severino, era extremamente limpa, manteve-se lúcida até seu falecimento aos 102 anos, gostava de passear. Gostava de tomar cerveja e vinho , mas nunca misturava os dois, e comia doce raramente, e gostava de saber de todos os acontecimentos da família.
Pais Vó Maria: Augusto Levardi - 1900 - Treviso / Itália
Luiza Poiano - 1899 - Vicenza / Italia - 1986 - Santo André / SP
Conheci a Vó Luiza, e convivi até os 15 anos, morava com o filho, tio João, mantinha rotina simples, teve problemaas de esclerose, sofreu derrame e permaneceu na cama durante 10 meses antes de falecer.
Pais Vô Garcia: Francisco Garcia de Faria - 1894 - Descalvado - SP - 27/06/1955 - Santo André / SP
Benedita Arruda do Nascimento - 25/08/1895 - Descalvado - SP - 1919 - Campinas
Segundo Relato da minha avó
o Vô Francisco chegou na Fazendo com 7 anos com um homem que dizia ser tio dele, e por maltratá-lo o dono da fazendo expulsou o ‘tio’e ficou com o menino
o Faria seria o sobrenome do dono da Fazenda que o adotou, a Fazendo era em Curitiba, deu estudo a ele, e depois retornaram para SP, esse ‘pai adotivo’ faleceu em Santos
Vó Benedita faleceu por volta de 24 anos, após uma cirurgia dos rins, ainda com pontos, foi cortar lenha, a cirurgia infeccionou e faleceu em decorrência. Morava em Campinas na época
Provavelmente foi operada na Santa Casa de Campinas.
o Vô Garcia era o mais velho e tinha em torno de 6 anos qdo a mae faleceu, e o tio João 2 ou 3 anos.
Os pais eram descendentes de Portugueses, a Vó Maria os conheceu e conviveu com eles quando vinham passar férias na casa da vó.
A vó comentou que se preocupavam com a escolha dos nomes dos filhos, o tio João diziam que era Edvaldo, mas não sabe ao certo.
Avô Avelino Marcolino 14 de agosto de 1926 Capivari São Paulo a 3 de setembro de 2020 Socorro São Paulo
Avó Rosa Trevisan marcolin 18 de agosto de 1926 Rio das Pedras São Paulo a 23 de agosto de 2007 Socorro São Paulo
Casaram-se em Rio das Pedras São Paulo a 13 de dezembro de 1947
ambos residentes na Fazenda Boa Esperança
tiveram 05 filhos Maria de Lourdes minha mãe a mais velha, Ademir, Ariovaldo, Vilma e Nivaldo
após o casamento Se mudaram para Valinhos e ficaram morando na casa da vó Angelina meu avô trabalhava em uma empresa de papelão e teve um desentendimento com o supervisor que não segundo ele não gostava do seu trabalho e ficava desregulando a máquina para ele perder o expediente então resolveu sair do emprego e se mudar para Santo André com a esposa e os três filhos já nascidos em Santo André ele foi trabalhar como raspador de taco e depois como pintor de imóveis Minha avó lavava roupa para fora e Uma Dessa senhora para quem ela prestava esse serviço se tornou uma grande amiga dela a dona Marina e uma das filhas A Cristina é amiga da minha mãe até hoje minha vó gostava de contar muitas histórias da sua infância sua Juventude dizia que falava com a mãe conversava com sua mãe em italiano somente italiano até os 4 anos e como ela estudava na fazenda só tinha uma professora e ela só pode estudar até a quarta série e esse era um arrependimento que ela gostaria de ter continuado no interior a minha avó e meu avô trabalhavam na lavoura de cana-de-açúcar a minha avó era uma mulher muito bonita de olhos azuis quem a conheceu na juventude Ele disse que ela era muito Cobiçada pelos homens eu sou a única neta que teve olhos azuis não é exatamente como dela mas na mesma tonalidade minha avó gostava muito de visitar os irmãos e familiares que morava no interior por isso eu passei a minha infância muitas férias na casa desses parentes principalmente do tio Nardo irmão da minha avó que também era um italiano muito bonito de olhos azuis e por causa dessas visitas eu ouvi histórias muito curiosas e como italianos eles tinham um jeito peculiar de interagir entre eles muitas vezes falando alto falando até palavrão mas era somente uma forma de se expressar não estavam Fiquei na casa da minha vó muitas vezes porque minha mãe trabalhava e a minha avó levava me levava na escola no balé E era uma típica vó que todos gostavam de conversar com ela e o que eu mais gostava é que minha vó fazia as minhas vontades era uma tinha uma boa mão para fazer pão bolos e doces e os meus favoritos era a rosca doce bolo de queijo e o doce de abóbora e chegar na casa dela quando ela tinha acabado de bolo era uma delícia por causa do trabalho como lavadeira ela teve muitos problemas de saúde por muitos anos quando eu nasci ela tinha bronquite crônica que por vezes ela ficou internada
meu avô era um homem quieto de poucas palavras gostava de de uma pinguinha de jogar truco e ficar nos bares com os amigos dizia que ali ele fazia os contatos para arrumar trabalho e tinha uma receita para qualquer problema de saúde comer uma cebola e dois alho para todo mundo ele respeitava isso relacionamento dos meus avós chegava a ser engraçado porque embora é casados eles viviam Em camas separadas e aos 75 anos o meu avô resolveu voltar para o interior ele queria um pedaço de terra onde ele pudesse plantar e criar algumas galinhas porém a minha avó não queria se mudar para o interior depois de muita procura encontraram um terreno na cidade de Socorro onde ele decidiu ficar e minha avó ficou em Santo André ainda morando com a minha tia aos poucos meu avô foi construindo a sua chatinha plantando criando galinha e ele tinha uma particularidade os animais podiam ficar solto mesmo que entrasse dentro de casa a galinha por vezes ia botar em cima do fogão de lenha mas isso não importava veja que os animais ficassem soltos ele sempre tinha um cachorro e um passarinho a minha avó acabou sendo convencida a se mudar mas não ficou nem 3 meses na chácara e veio a falecer aos 80 anos só morte foi bonita ela deitou após o almoço e ali ficou sem nenhum sofrimento meu avô continua carpinando e cuidando e construindo a Chácara e realizou seus sonhos de formar um lago de ter um poço artesiano e de e era um lugar onde toda a família se reunia nas festas
avô Evaldo Garcia de Faria 30 de dezembro de 1916 Descalvado São Paulo a 20 de junho de 1980
avó Maria levada de Faria 23 de Fevereiro de 1924 dourado São Paulo a 23 de setembro de 2020 São Pedro São Paulo
casaram-se em Descalvado em 10 de Maio de 1941 ambos residentes da Fazenda Morro Alto Descalvado
tiveram dois filhos Marlene Garcia Queiroz e Mauro meu pai
meu avô faleceu cedo eu tinha apenas 5 anos mas convivi com ele era uma pessoa muito doce ele tinha usava uma boina e um guarda-chuva ele trabalhava como vendedor de bebidas mas antes ele foi garçom e pizzaiolo não sei em que momento que ele se mudaram para Santo André
os irmãos da minha avó um a um ele foi levando para Santo André e arrumando emprego para ele na empresa Pirelli onde ele trabalhou como garçom
ele não conseguia brigar com a gente mesmo que faziamos arte e quando ele chegava ele sempre trazia uma balinha
a minha avó já era mais séria era ela que dava bronca ela que punha ordem na criançada
era uma excelente cozinheira o bolo de mel coberto com chocolate era nosso preferido
eles moraram em Águas da Prata por 7 meses antes do meu vô falecer e depois do seu falecimento minha vó voltou a ficar morar em Santo André morou um tempo em Campinas com irmão e depois foi se mudou para São Pedro próximo da minha tia
convivei bastante com a minha avó e ela era sempre preocupada em cuidar das pessoas ela que cuidou da sua mãe acamada, cuidou também do seu irmão que era solteiro e depois do meu pai e sempre se preocupava em fazer comida para todos e no final dos seus dias acabou ficando em uma clínica porque era época de pandemia e ela faleceu sem que eu pudesse ve-la , faleceu com idade avançada aos 97 anos
Mauro Garcia - 20 / 08 / 1944 - Santo André - SP
Maria de Lurdes Marcolin - 08/09/1948 - Valinhos - SP
Meu pai em Santo André - SP
Minha mãe mudou-se aos 5 anos para Santo André - SP
Meu pai é alto 1,80, olhos e cabelos castanhos, tinha muito cabelo quando jovem, ondulado, um sorriso muito bonito. Tinha um estilo clássico de se vestir. Era magro.
Minha mãe é alta 1,70, magra, cabelos castanhos, quando jovem pelas fotos, seu cabelo era liso e comprido, hoje tem cabelos enrolados.
Se vestia em estilo mais clássico, e elegante.
Adorava brincar com seus sapatos de salto alto.
Formavam um belo casal.
Meu pai: Era sério, e um pouco nervoso, gostava de passar tempo com amigos. Melhores lembranças são da infância que ele brincava de Incrivel Hulk conosco. Tinha um coração bom, e gostava de ajudar todo mundo. Mas tinha dificuldade de conversar. Melhorou um pouco com a idade
Minha mãe: Séria e extremamente responsável, vivia estressada por isso, gostava da casa extremamente limpa. Perfeccionista, acabava sendo muito exigente conosco. Gosta de cozinhar e ter a mesa com muitas pessoas para almoçar. Família vem antes de tudo.
Meu pai era mais tranquilo, e preferia trabalhos regulares, trabalhou na Ford automotiva como analista de custos por 15 anos, pegava trabalho extra para complementar a renda familiar. E com isso ensinou a profissao a minha mãe e sua irmã. Dessa época as melhores recordações são das férias de verão, pois sempre viajavamos em família, para interior SP na casa de parentes ou para Campos de Jordão, era o melhor período pq. passavamos muito tempo juntos.
Era organizado com suas coisas.
Minha mãe tem o espírito empreendedor, mesmo sem concluir o ensino médio, trabalhava desde os 14 anos, em um escritório de contabilidade, quando solteira trabalhou na Valisére, após casada, teve uma loja de roupas, na nossa infância, depois ficou um tempo sem trabalhar, e quando voltou foi trabalhar em uma empresa de peças automotivas, na área de custos, implantou o setor de vendas ( que ela gostava ), qdo foi demitida usou a rescisão para abrir uma loja de embalagem, depois teve uma barraca de frutas, até se reinventar aos 53 anos iniciou investindo na área de construçao civil, ramo que está até hoje.
Ela detesta rotinas, está sempre inventando algo para fazer. Seja em casa, ou no trabalho. É fiel a suas crenças e amizades.
Meu pai já prefere a vida de aposentado, mudou-se para o interior e tem uma rotina de tomar café na padaria, almoçar e dormir após o almoço. E tem o hábito de fazer palavras cruzadas.
Segundo conta minha mãe, ela trabalhava com a prima do meu pai, na Valisére que a convidou para passar um final de semana na praia na casa de seu tio, e foi quando conheceu meu pai. Já namorando, demoraram um mês para darem o primeiro beijo. Se Casaram em 12/04/69. O dinheiro da Lua de Mel, precisaram pagar as despesas com a comida da festa, que meu avô contratou sem ter dinheiro para pagar.
Acabaram viajando para a casa do tio, onde se conheceram na praia, onde passaram uma semana.
Se Separaram 08/06/93.
Não. Pois após a separação acabou o respeito.
Honestidade. Ajuda ao próximo. Tratar bem as pessoas. Não desprezar pessoas em situação inferior.
Costumes de comidas, e refeições juntos em família.
Do meu pai, a parte de organização, a letra.
Da minha mãe a determinação.
Meu pai adora comer, e provar de tudo. Certa vez minha mãe durante o almoço, deixou no fogão uma panela de ganache de chocolate, que era cobertura do bolo que havia feito, e meu pai foi se servir e abriu todas as panelas e foi colocando sem olhar o que era, acabou colocando calda de chocolate no arroz pensando que era feijao preto.
Minha mãe não gosta de festa de aniversário, e certo ano decidimos fazer uma festa surpresa, arrumamos tudo, vieram alguns amigos, e nada da minha mãe chegar em casa, as horas passando, o pessoal com fome, e todo mundo esperando e ela não aparecia ( na época que não havia celular ), começamos a comer, e 3 horas depois ela aparece, tinha resolvido ido cortar o cabelo naquele dia e não avisou ninguém.
Variava em diferentes momentos.
Na infância era próxima, na adolescencia as discussões entre o casal já eram mais frequentes, e fiquei mais próxima da minha mãe. Após a separação fiquei bem distante do meu pai. E só retomei contato mais próximo com quase 30 anos.
Hoje continua mais próxima a minha mãe, mas tenho relacionamento com meu pai também.
Da Infancia a Juventude
Sim. Um irmão mais velho, Marcelo - 05.05.71 - Santo André - SP
Magro e cabeludo. Adorava uma arte. Vivia aprontando junto com nosso primo mais velho. Superprotetor, só deixava eu brincar junto se fosse café com leite. Vivia me propondo tarefas e eu aceitava.
Com 8 anos ele me convenceu a juntar minha poupança com a dele para ele comprar uma motocicleta, disse que era não era um empréstimo, mas um investimento, que nosso dinheiro iria render junto.
Tive bastante convivência com meus tios maternos. Ademir, Vilma e Nivaldo.
Tia Vilma era a mais baixa da família, então para os sobrinhos alcançar sua altura era como entrar na idade adulta.
Tio Ademir, era alto, vestia-se social e muito elegante, era muito bonito.
Meu tio Nivaldo era magro, alto, e tinha muito senso de humor
Meu primo Carlos Eduardo. Era um menino muito bonito. Na juventude parecia o ator Tiago Lacerda
Minha primeira professora Tércia. Calma e muito tranquila.
Minha professora de piano Angelina. Rígida no estudo, mas incentivadora.
As melhores amigas: Gisele, Gabriela e Mariluce, nos conhecemos aos 9 anos e somos amigas até hoje.
Paulo, fofinho, otimista, carismático.
Minha tia trabalhava em banco, e adorava ir lá pq. os amigos de trabalho dela ficavam me bajulando. E todo domingo ia para casa da minha avó para ela ler e me ajudar nas atividades da parte infantil que havia no jornal diário da cidade.
Meu tio Nivaldo adorava sair com ele e seus amigos. ficava até altas horas jogando baralho com eles.
Sou a única menina entre os netos da minha avó materna, e meu primo Carlos Eduardo, foi como meu irmão mais novo, embora com 7 anos de diferença viviamos juntos.
Minha primeira professora, 'tia' Tércia, marcou minha infancia, pq. não queria entrar na escola sozinha e me ensinou que precisava enfrentar os desafios.
Angelina foi uma grande incentivadora e quando a família passou por dificuldades financeiras, ela não deixou minha mãe me tirar do conservatório
O trio de amigas sempre estivemos juntas e nossos pais também tornaram-se amigos. Principalmente a mãe da Gisele, que era como nossa mãe.
Paulo foi como um pai, me ajudou muito emocional e profissionalmente.
Michelle Garcia
Mi
São Caetano do Sul - SP
08/02/1975
Um pouco, era um sábado de carnaval, minha mãe sentiu as primeiras contrações no final do dia, após ter passado o dia limpando a casa, e estava fazendo a unha do pé quando precisou ir para o hospital. Meu pai a levou, e mal deu tempo de fazerem os preparos, as contrações aumentaram e eu nasci de parto normal as 21h15 com ajuda das parteiras, não houve tempo do médico chegar a Maternidade.
Nasci ruiva e minha mãe comenta que se não tivessem apresentado a ela logo após o nascimento, diria que não era sua filha.
Na época mesmo parto normal, minha mãe ficou 3 dias no hospital. E meu irmão, com 4 anos na época, não podia entrar. E minha tia o levou do lado de fora para ver minha mãe pela janela, pois ele não parava de chorar.
Morava em Santo André - SP
Morava em uma casa de 50 m2, com 2 quartos, e bastante quintal onde tinha horta e árvores frutíferas.
Embora a casa fosse pequena, parecia um palácio aos meu olhos de criança.
A rua era de paralelepípedo. Poucas casas adiante havia um armazém, que vendia pães e alguns itens de mercado.
Lembro que íamos buscar filão de pão e chegávamos em casa com as pontas do filão cutucadas que vínhamos tirando lasquinhas.
Não havia outros comércios próximos.
do outro lado da rua, era um morro, não havia casas, era uma ladeira ingreme que levava a casa da minha avó paterna. Em frente a sua casa tinha uma igreja católica.
A cidade em si, não tinha muitos pontos turísticos, a não ser as estátutas dos imigrantes que era um símbolo da cidade. Ficava no centro.
estudei o Jardim o pré na escola adventista, e o que me lembro que eu não gostava de entrar sozinha na escola e a professora Ia sempre me buscar no portão da escola o nome dela era tercia isso foi durante o ano inteiro letivo e só no final do primeiro ano que seria o jardim da infância é que eu fui sozinha para sala de aula e essa cena ficou marcada na minha memória porque foi um grande desafio eu subi as escadas para sala sozinha a escola era pequena tinha um pátio e o que eu lembro que eu gostava de comer pão de forma com queijo quente no recreio e correr no pátio
nessa escola não podia usar brinco ou acessórios e certa vez eu cortei o cabelo muito curto e fiquei chorando porque iam falar que eu era um menino Mas no geral era um ambiente agradável
com 7 anos eu fui para um outro colégio chamar no Instituto Coração de Jesus é um colégio de ordem religiosa de freira na época era administrado por ela e era um colégio bem grande ficava bem no centro da cidade tinha um Pátio muito muito grande no centro e a sala de aula ficavam ao redor desse pátio eu estudei ali do site até os 14 anos até terminar o ginásio
os professores que eu mais me lembro foi a minha primeira professora que eu já mencionei a terça porque ela era muito calma tranquila e ela que me ensinou a ter mais confiança e entrar sozinha e enfrentar meus medos na escola e lembra também da segunda professora que foi a Lúcia porque em um dos anos a gente Ela fez aniversário e levou toda a classe dos alunos para comer bolo na casa dela nós fomos com o ônibus escolar e voltamos depois para escola
do segundo da segunda escola eu me lembro da Clélia que foi a minha professora do segundo ano porque foi a primeira vez que eu tirei uma nota mais baixa na escola porque eu não havia estudado eu tinha ficado com dor de garganta e mesmo assim eu quis fazer a prova e ela falou que então se eu quisesse fazer eu não poderia fazer depois E aí eu tirei uma nota mais baixa
eu sempre tinha uma melhor amiga na escola logo que eu entrei a minha melhor amiga era a Maria Paula e a Sheila quando eu mudei de escola nos primeiros anos eu tive um pouco mais de dificuldade de fazer amizade mas quando eu cheguei no terceiro ano eu conheci as minhas amigas Gisele e Maria Lúcia e Gabriela que se tornaram minhas melhores amigas para vida e somos amigas até hoje
sempre gostei muito dos materiais escolares amava encapar os cadernos cuidava muito dos meus lápis de cor eu acho que os materiais que eu mais usavam era o lápis lápis de cor e o que eu mais gostava mesmo era uma das aulas de educação artística e todos os materiais que envolviam essa matéria
sempre foi boa aluna gostei muito de estudar desde o início amava Alê ficava horas na biblioteca lendo entre os intervalos de aula ou antes de começar as aulas e nunca tive problema com o estudo
sim comecei a fazer ballet AOS 7 anos e estudei até os 14 e estudei piano iniciei com sete também e estudei até os 19 anos cheguei a me formando o piano e sempre gostei muito de ler Comecei a ler assim que aprendi mesmo a ler eu passava horas na biblioteca e sempre fui tive muita curiosidade pegava todo tipo de livro mas principalmente histórias e literatura
na infância a parte religiosa não era muito definida para mim porque embora a minha família dizia católica pouco frequentavamos qualquer atividade religiosa com exceção de casamento e sempre teve uma variedade de locais que minha família ia com relação à religião Então para mim isso nunca ficou muito definido nessa nessa fase da vida
cinema fui algumas vezes mas não era um programa frequente lembro da primeira vez que eu fui que eu fui com a minha tia no cinema Tangará assisti o filme fantasia do Walt Disney e o programa que eu mais gostava mesmo era o teatro e na dos 15 até os 20 anos é o que eu mais frequentava amava peça de teatro
como uma família italiana típica os momentos de refeições principalmente na casa das avós eram os mais marcantes a receita que eu mais me lembro era o pão de mel que com 4 anos eu tava na casa da minha avó paterna E eu ganhei uma batedeira de brinquedo e ela fazendo bolo colocou a massa na minha batedeira e eu disse para todo mundo que eu que tinha feito mas gostava bastante dos Doces que ela fazia lembra de quando Ela morou em Águas da Prata e chegava você tinha todo tipo de doce matando amor doce de leite e pé de moleque e gostava também muito muito dos Bolos pães e doce de abóbora que a minha avó materna fazia
minhas peripécias de traquinagens de Infância geralmente era uma vida por influência do meu irmão que me colocava no meio das farras dele lembro de uma vez em que estávamos eu ele e meu primo na casa da minha avó paterna e eles dois falaram para eu me esconder dentro do guarda-roupa e colocaram várias almofadas em cima da mesinha da sala e cobriram com uma coberta e chamaram minha avó dizendo que eu tinha dormido em cima da mesa e quando minha vó puxou era um monte de almofadas e minha vó ficou nervosa me procurando e eles tinham dito que não era para sair do guarda-roupa enquanto eles não dissessem para eu sair e isso foi muito tempo não lembro o quanto até que minha vó começou a ficar muito brava com ele e aí ela começou a ficar nervosa e eles com medo dela passar mal então eles foram e abriram o guarda-roupa e mostraram que eu tava lá
eu fiz o estudo até o colegial normal sendo que quando eu estava no colegial eu fazia curso de manequim e modelo e cheguei a desfilar e eu queria fazer faculdade de teatro cheguei a prestar por dois anos na Unicamp e na USP e eu não passei eu cheguei a fazer um curso de teatro por dois anos para poder fazer o vestibular mas mesmo assim não consegui entrar era um poucas vagas e eu sempre acabava não passando no exame técnico então eu decidi mudar e foi estudar para ter vestibular para publicidade e eu passei na PUC e na Metodista e acabei escolhendo a Metodista por ser mais próximo da minha casa que era em São Bernardo do Campo
meu maior sonho de criança era trabalhar com artes você de qualquer natureza amava desenhos tudo que influencia arte e esse foi um dos fatores que eu escolhi a faculdade de publicidade porque eu pensei que fosse mais por esse lado criativo artístico
Teatro, artes
Maior aprendizado é enfrentar os medos e tentar, mesmo que o resultado não é o que esperava. Foi assim com os testes de desfile, das provas do vestibular para artes cenicas. E ser pro-ativo, qdo ganhei bolsa na faculdade por começar ajudar na agencia junior sem remuneraçao.
Vida adulta
Em Santo André, até os 29 anos, quando me mudei para Praia Grande - SP
Aos 42 anos voltei para Santo André. - SP
22 anos - morávamos em uma Edícula - no. fundo do terreno que minha mae estava construindo. E acabou fazendo troca com um incorporador por não conseguir concluir a obra
23 a 29 anos - morava em um apartamento alugado de 3 quartos. Com minha mãe e irmao.
29 anos - apartamento de 50 m, de um quarto na Praia Grande, fui morar de aluguel e sozinha. E aos fins de semana retornava para Santo André
42 anos - voltei para Santo André, minha mae havia acabado de vender seu apartamento e morava em um apto alugado - 3 quartos, morava minha mae , irmao e. minha mae
Nas épocas que morava com minha mãe era ela e meu irmão. E Exporadicamente meu pai, qdo vinha para se tratar em SP
Após formada, trabalhei apenas 6 meses na área publicitaria. Trabalhei por quase 2 anos com artesanato, até receber uma oportunidade para aprender em uma nova área , de TI, em uma empresa de desenvolvimento de software. Iniciei ajudando no administrativo, passei pelo suporte e aprendi programaçao. Fui Gerente do depto de desenvolvimento e terminei Analista de Negócios. Foram 15 anos.
Foi uma experiencia muito enriquecedora em todos os apectos, e me possibilitou viajar e conhecer muitos lugares, e pessoas diferentes.
A empresa de software
Enfrentei algumas dificuldades de relacionamento com colegas, pq sempre fui muito correta, e exigia demais de mim e deles.
Mas com o tempo fui aprendendo. E ganhando confiança dos colegas e dos clientes.
Gostava da oportunidade de aprender coisas novas, e não ter uma rotina entediante , de fazer a mesma coisa todo dia.
Enfrentei algumas dificuldades de relacionamento com colegas, pq sempre fui muito correta, e exigia demais de mim e deles.
Mas com o tempo fui aprendendo. E ganhando confiança dos colegas e dos clientes.
Gostava da oportunidade de aprender coisas novas, e não ter uma rotina entediante , de fazer a mesma coisa todo dia.
Esse período deixei os hobbies de lado, me dedicava muito ao trabalho. O que mantive um pouco foi a leitura.
Sim. Pintar quadros.
Sim.
Aos 32 anos viajei pela primeira vez para o exterior, fui para Califórnia, viajei sozinha e embora tenha ficado na casa de amigos, por terem um filho recem nascido, acabei alugando um carro e dirigindo 1000 milhas sozinha. foi uma aventura e tanto.
O período dos 37 aos 43 foi um período bem intenso e marcante. Foi quando me interessei pelo judaísmo e fiz minha conversão. Foi um período de muitas mudanças.
Vivia um conflito interno, e não conseguia manter um relacionamento. Nao me casei. Mas com certeza me encontrei espiritualmente.
Dias atuais
até os 49 anos morei em Santo André
aos 49 anos mudei para Indaiatuba - SP
43 a 49 - morei no Ed. Van Gogh, um apartamento grande, de 4 suites, ampla sala, foi o maior apto que morei
No inicio minha mae e meu irmao. Com o casamento dele, ficamos apenas eu e minha mae. E exporadicamente meu pai qdo vinha fazer tratamento de saúde.
Os primeiros anos foi turbulento, pq. havia acabado de me mudar de volta para Santo André, depois de 11 anos morando sozinha, era dificil acostumar em dividir moradia. Alem disso teve a mudança de emprego, primeiro tentei trabalhar com consultoria, mas em seguida um problema familiar me fez trabalhar na construtora junto com minha mae, irmao e tios. E foi um grande desafio.
Nesse periodo ocorreu a Pandemia do corona virus, com longos periodos de quarentena
A mudança para Indaiatuba , ainda que com um inicio tumultuado, foi a melhor escolha que fizemos.
Foi um periodo de muitos conflitos. Primeiro por ter que lidar com questoes pessoais e profissionais no trabalho familiar
Mas o mais dificil desse período foram as doenças na família, do meu avô e avó , e falecimento dos 2 no intervalo de 20 dias
tratamento de cancer do meu pai.
E internacao por trombose da minha mae.
Alem de uma discussao muito seria entre ela e meu irmao
Por fim, tudo se resolveu e superamos tudo.
Nao foram um periodo de muitas saídas, por conta da pandemia
Nossos passeios foram com mais frequencia para Socorro - chacara do meu avô , e S. Pedro - para visitar meu pai e avó.
Trabalhei na construtora da família, até me mudar para Indaiatuba
As viagens foram para interior de SP - Socorro e Sao Pedro.
Historico - Pandemia Corona Virus
Pessoal - Doença e falecimento dos meus avós. ( avô materno e avó paterna )
Tratamento de cancer de prostrata do meu pai
Mudança para Indaiatuba
Com familiares -mae, irmao e tios.
Inicio da pandemia senti medo por causa do desencontro de informaçoes. MAs logo tivemos que trabalhar, e lidar com as enfermidades de familiares foi mais assutador.